Grão split 7" Tuna / The Renegades of Punk

by the renegades of punk

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about

Split 7" com Tuna (tunapunkrock.bandcamp.com)

Para adquirir a cópia física deste 7": www.facebook.com/subselvagem

Lançamento: Selvegem (BRA), No Gods No Masters (BRA), Too circle records (JAP), No Glory Records (FRA) e Crapoulet Records (FRA).

credits

released November 28, 2016

Gravado no Estúdio Mojo por Fabrício Rossini
Arte por: Flávio Grão (www.flickr.com/photos/flaviograo/)
Mixado e masterizado por Luiz Oliva

Guitarra e Voz: Daniela Rodrigues
Baixo e voz: Amarilio Carvalho
Bateria: Ivo Delmondes

Coro em "A dança": Clara de Noronha, Débora Arruda e Sheila Caroline

Aracaju - Itanhaém 2016

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about

the renegades of punk Aracaju, Brazil

Degenerados de Aracaju (SE) dedicados a arte decadente do punk rock punk.

The Renegades of Punk started in Aracaju in 2007 playing simple punk rock in the tropical heat of the Brazilian coast. The band has toured the brazilian diy scene since its begining and is preparing for the first tour in Europe in 2014.

European Tour June 2014 - Booking: No gods No masters - booking@nogods-nomasters.com
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Track Name: Isopor
Você olhou no meu olho e disse vamos sair daqui
deixar pra trás ideias velhas, ver o mundo ruir
O impossível era só um detalhe e juntos éramos indestrutíveis
mas o espelho quebrou e o que apareceu foi tão real

mas da boca pra fora cabe um monte de merda,
promessas vazias, certezas fortes como isopor
o espelho quebrado revela o mosaico bizarro da vaidade
certezas fortes como isopor

o tempo pode ser impiedoso e já não somos mais os mesmos
caímos mais uma vez na velha armadilha
uma rua sem saída, pressa de chegar
neblina cerra os olhos mas posso te ver entre escombros e tinta
pés inquietos, boca aberta
Track Name: A dança
Eu caí, te encontrei
Logo nos erguemos juntas
Avesso da expectativa enquanto pessoas vêm e vão
Quantas decepções guardamos no peito?
Aquela lembrança amassada, rasgada
Aquela roupa velha que não cabe mais

Dançando a mesma dança
Aqui, agora, pé no chão
Tentando escapar
Uma dando a mão pra outra levantar

Olhando no espelho já não me reconheço mais
Rasgamos suas verdades tortas
E abrigo aparece onde menos se espera